2 semanas atrás
Uso correto do cloro garante segurança no tratamento de piscinas e evita riscos à saúde
Um caso recente em São Paulo reacendeu o alerta sobre o uso do cloro em piscinas, após pessoas passarem mal logo depois de entrar na água. Especialistas apontam que situações assim costumam estar ligadas ao uso incorreto de produtos químicos, e não ao cloro usado de forma adequada.
O cloro é um produto essencial no tratamento de piscinas, pois serve para eliminar bactérias, vírus e outros microrganismos, deixando a água própria para o contato com a pele e mais segura para quem utiliza o local.
O problema acontece quando diferentes produtos de limpeza são misturados de maneira errada. A combinação de substâncias como cloro, amônia e outros agentes pode provocar reações químicas e liberar gases perigosos.
Esses gases podem atingir principalmente os pulmões e as mucosas, causando irritação nos olhos, nariz e boca, além de provocar queimaduras na pele e dificuldades para respirar. Em casos mais graves, a intoxicação pode colocar a vida em risco.
Para que o tratamento da piscina seja seguro, cada produto deve ser aplicado separadamente, seguindo a ordem correta e a quantidade indicada para o tamanho e as condições da piscina.
Antes da liberação da piscina para uso, é necessário medir o nível de cloro e o pH da água por meio de testes, garantindo que os valores estejam dentro dos limites recomendados.
Também é importante respeitar o tempo de ação dos produtos, aguardando o período indicado para que a água esteja segura antes de permitir a entrada de pessoas.
Quando o cloro é corretamente calculado, diluído e aplicado por profissionais capacitados, ele é seguro e fundamental para a saúde. O risco surge apenas quando há mistura inadequada, excesso de produto ou liberação da piscina sem a devida verificação da água.
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