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17/02/2024 15h00min - Esporte
2 meses atrás

Supercopa do Brasil feminina terá premiação recorde

Corinthians joga em casa e busca o tricampeonato; Cruzeiro chegou na decisão pela primeira vez

Montagem-Reprodução: Instagram @corinthiansfutebolfeminino @cruzeiro ► 
Fonte: Fonte TV Cultura / UOL



Neste domingo (18), a Neo Química Arena será palco de mais uma final da Supercopa Feminina. O jogo acontece às 10h30 ( horário de Brasília ) entre Corinthians e Cruzeiro.

Além do título em disputa, a competição também oferecerá valores recordes neste ano: serão R$ 600 mil para a equipe campeã e R$ 400 mil para a vice. Com valor total de R$ 1 milhão distribuído pela CBF, o montante deste ano supera em 25% os R$ 800 mil oferecidos na decisão de 2023 (R$ 500 mil para a campeã e R$ 300 mil para a vice). Em 2022, o torneio não contou com premiação.

“Assim como à exemplo das principais competições do futebol masculino, a CBF também vem elevando anualmente as cifras oferecidas nos torneios em que organiza para o feminino. É claro que ainda é uma quantia muito menor, tendo em vista que neste ano o campeão da Supercopa masculina levou pouco mais de R$ 10 milhões, mas, por outro lado, reflete o crescimento do futebol feminino e de sua capacidade de gerar receitas”, comenta Rogério Neves, CEO , da Motbot, startup brasileira que atua com crowdfunding esportivo.

Nas outras duas edições da competição, o Corinthians também disputou a final em seus domínios e conseguiu conquistar o título em ambas as oportunidades. Neste ano, a equipe luta, portanto, para continuar sendo a única a conquistar a Supercopa Feminina, ao passo que o Cruzeiro tenta impedir esta sequência.

 A Raposa está na decisão da competição pela primeira vez e, por pouco, não teve a oportunidade de mandar o jogo no Mineirão – os mandos de campo são definidos com base na melhor campanha. O Timão levou vantagem somente pelo número de gols marcados.

Além do aumento das premiações, a Dra. Flávia Magalhães, especialista em gestão de saúde e performance de atletas que já trabalhou na Copa do Mundo Feminina Sub-17, destaca que, atualmente, a modalidade passa por um período de crescente exposição e valorização, por parte do público, das marcas e das emissoras. "Temos acompanhado também que os debates sobre métodos de treinamento estão cada vez mais voltados às especificidades das mulheres, e creio que tudo isso também valoriza a modalidade”, afirma.

 



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TV Cultura / UOL
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