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19/04/2024 11h00min - Agronegócio
3 meses atrás

Soja se move no Brasil

Os preços caem de forma geral, com negócios parados.

Canva/Grande FM ► 
Fonte: Fonte Agrolink



Os preços da soja no estado do Mato Grosso do Sul se moveram pouco, mas o dia foi de perdas, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “As cotações indicadas no porto gaúcho para a soja foram de R$ 127,70 (-1,30) para entrega e pagamento em abril, e R$ 130,50 (-1,50) para entrega e pagamento em maio. Todas as demais posições marcaram baixa de R$ 1,00. Ijuí: R$122,00. Cruz Alta: R$123,00. Passo Fundo: R$122,00. Santa Rosa: R$121,00”, comenta.

Santa Catarina tem preços e negócios parados. “Em Santa Catarina, os preços da soja não apresentaram alterações, apesar da instabilidade observada no mercado. As cotações indicadas no porto catarinense permaneceram em R$ 126,00 por saca para entrega e pagamento em abril. Chapecó a R$ 111,50”, completa a consultoria.

O Paraná segue sem expressão em termos de negócios, com preços que hoje marcaram manutenção, contrariando o que deveria ocorrer dado o mercado. “Em relação à soja da safra 2023/24, a ideia de compra girava em torno de R$ 125,00 por saca CIF Ponta Grossa, com entrega no começo de maio e pagamento no fim de maio, marcando baixa de R$ 0,50/saca. Produtores, começam movimentos de venda, mas ainda principalmente focados em manutenção. Nas demais regiões, não vimos movimentos”, indica.

No Mato Grosso do Sul, os preços retornam na base de R$ 1,00/saca, com negócios lentos. “No momento, é possível que seja a estratégia acertada visto o dólar decolando e as crescentes tensões internacionais. O Brasil não entra em guerra porque quer vender soja para todo mundo. Baixas gerais de até R$ 1,00/saca. Dourados: R$ 115,00. Campo Grande: R$ 115,00. Maracaju: R$ 114,00. Chapadão do Sul: R$ 113,00. Sidrolândia: R$ 113,00”, informa.

Enquanto isso, os preços caem de forma geral, com negócios parados. “Alguns negócios foram executados, mas nada muito expressivo, valores abaixo de 3.000 toneladas com o intuito principal de manutenção. Ademais, produtor segue não querendo realmente abrir os armazéns e busca valorizações futuras”, conclui.



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Agrolink
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