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22/05/2024 09h40min - Meio Ambiente
3 semanas atrás

Papel da tecnologia contra mudanças climáticas


Pixabay ► 
Fonte: Fonte Agrolink



Nos últimos anos, as mudanças climáticas têm impactado populações globalmente, com alterações nas estações, ondas de calor e frio, e ciclos de seca e chuva.

Esses eventos refletem o uso descontrolado de recursos naturais, cujas consequências ainda são imensuráveis. Diante disso, muitas pessoas estão buscando práticas de consumo mais sustentáveis, considerando a origem e o impacto ambiental dos produtos que compram.

Tecnologias emergentes, como blockchain, IoT, inteligência artificial e energias renováveis, podem ajudar a assegurar e ampliar essas práticas, promovendo transparência, eficiência e sustentabilidade na cadeia de suprimentos e no uso de recursos naturais.

“Dentre as tecnologias emergentes, há cenários possíveis de uso de

mecanismos de banco de dados avançado que permite o compartilhamento transparente de informações na rede de uma empresa (blockchain), que se

conectem com essas novas necessidades de consumo.

É natural que a primeira associação ao ouvir a palavra “blockchain” seja Bitcoin - afinal, blockchain e criptomoedas estão intrinsecamente ligados.

No entanto, a tecnologia blockchain tem valiosas aplicações muito além das criptomoedas, graças à sua natureza de transparência, rastreabilidade, descentralização e automação. Essas premissas permitem que a tecnologia alcance diversos usos e possibilidades, em setores que não costumamos pensar com tanta natureza a utilidade do seu emprego”, diz Gabrielle Ribon, advogada e entusiasta de inovação.

O movimento ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance) visa gerir impactos e riscos ambientais, sociais e de governança, beneficiando-se da tecnologia. Nos últimos anos, empresas e consumidores têm valorizado os princípios ESG devido a tendências regulatórias globais e ao valor agregado de boas práticas.

Contudo, o setor ambiental ("E") enfrenta desafios como o "greenwashing" (maquiagem verde) — práticas enganosas que fazem produtos parecerem sustentáveis sem realmente serem. Exemplos incluem falsificação de relatórios de emissão de gases e desvio de matérias-primas para burlar legislações ambientais, afetando indústrias como a automobilística, têxtil e alimentícia. Essas práticas melhoram a imagem de algumas empresas sem promover verdadeira sustentabilidade.



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Agrolink
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