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06/11/2023 17h30min - Geral
8 meses atrás

O agro e a polêmica no ENEM 2023: repúdio de entidades

A questão 89, presente na prova branca, chamou atenção por citar agricultura brasileira

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Fonte: Fonte Agrolink



A prova do primeiro dia do Enem 2023, realizada no último domingo (05.11), incluiu 90 questões de múltipla escolha, juntamente com a tradicional redação. Entre as perguntas, uma em particular gerou considerável debate e críticas nas redes sociais. A questão 89, presente na prova branca, chamou atenção por citar agricultura brasileira, destacando aspectos negativos da atividade e fazendo referência à "praga" da mecanização pesada, violência simbólica e alegações sobre violência contra a pessoa, ampliando a polêmica sobre a abordagem ideológica nas questões do exame.

A questão provocou reações em redes sociais, com muitos considerando o discurso como um ataque ao setor do agronegócio no Brasil, levantando questões sobre a imparcialidade e a relevância de tais questões em um exame de avaliação do conhecimento. O debate em torno dessa abordagem ideológica nas provas do ENEM continua a ganhar destaque, à medida que diversos setores expressam suas preocupações sobre a objetividade do exame e seu papel na seleção de estudantes para o ensino superior.

Muitas entidades já se manifestaram sobre o ocorrido. 

O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) expressou seu forte repúdio em relação às questões polêmicas apresentadas no primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) realizado no dia 5 de novembro. As questões do ENEM foram criticadas por direcionarem o foco unicamente em críticas à atividade agropecuária no Brasil, escolhendo claramente uma corrente ideológica com base em pensadores socialistas e comunistas. Além disso, as questões de múltipla escolha não permitiram a discordância ou complemento de ideias, gerando preocupações quanto à politização do acesso às vagas universitárias no país.

O Sindag considera que essa abordagem é um deserviço à nação, uma injustiça social e uma tentativa de deslegitimar a importância do agronegócio no Brasil. O setor agropecuário desempenha um papel fundamental na geração de riqueza, sustentando políticas sociais em áreas como Educação, Saúde e Segurança, além de contribuir para a segurança alimentar e a disponibilidade de alimentos a preços acessíveis.

O setor agropecuário também se baseia em princípios como a biodiversidade, a conservação de reservas naturais e o uso de tecnologias, incluindo a aviação agrícola, que contribui para a redução da necessidade de insumos nas lavouras. Portanto, o Sindag enfatiza a importância de abordar a complexidade desse tema de maneira equilibrada.

O sindicato historicamente promove o diálogo entre todas as esferas sociais e políticas, trabalhando contra estereótipos e discursos baseados exclusivamente em correntes políticas. Eles enfatizam a importância do entendimento entre pequenos e grandes produtores, bem como a necessidade de discutir soluções baseadas em evidências científicas.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) também expressou sua discordância com a abordagem ideológica das questões do ENEM, salientando que está disposta a discutir esses temas com base em pesquisa séria e científica realizada por entidades como a Embrapa, respaldada por instituições nacionais e internacionais.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) aguarda um posicionamento urgente do governo federal sobre essas questões ideológicas, enfatizando que o ENEM é um exame de avaliação do conhecimento e que as questões apresentadas não atendem aos critérios científicos e acadêmicos adequados. Eles defendem a anulação das questões, alegando que as perguntas são mal formuladas e não têm base científica.

Essas entidades estão unidas em sua posição contra a politização e a desinformação no ENEM, buscando preservar a integridade e a imparcialidade do exame, que desempenha um papel crucial no acesso dos estudantes brasileiros ao ensino superior. O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) expressou seu forte repúdio em relação às questões polêmicas apresentadas no primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) realizado no dia 5 de novembro. As questões do ENEM foram criticadas por direcionarem o foco unicamente em críticas à atividade agropecuária no Brasil, escolhendo claramente uma corrente ideológica com base em pensadores socialistas e comunistas. Além disso, as questões de múltipla escolha não permitiram a discordância ou complemento de ideias, gerando preocupações quanto à politização do acesso às vagas universitárias no país.

O Sindag considera que essa abordagem é um deserviço à nação, uma injustiça social e uma tentativa de deslegitimar a importância do agronegócio no Brasil. O setor agropecuário desempenha um papel fundamental na geração de riqueza, sustentando políticas sociais em áreas como Educação, Saúde e Segurança, além de contribuir para a segurança alimentar e a disponibilidade de alimentos a preços acessíveis.

O setor agropecuário também se baseia em princípios como a biodiversidade, a conservação de reservas naturais e o uso de tecnologias, incluindo a aviação agrícola, que contribui para a redução da necessidade de insumos nas lavouras. Portanto, o Sindag enfatiza a importância de abordar a complexidade desse tema de maneira equilibrada.

O sindicato historicamente promove o diálogo entre todas as esferas sociais e políticas, trabalhando contra estereótipos e discursos baseados exclusivamente em correntes políticas. Eles enfatizam a importância do entendimento entre pequenos e grandes produtores, bem como a necessidade de discutir soluções baseadas em evidências científicas.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) também expressou sua discordância com a abordagem ideológica das questões do ENEM, salientando que está disposta a discutir esses temas com base em pesquisa séria e científica realizada por entidades como a Embrapa, respaldada por instituições nacionais e internacionais.

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) aguarda um posicionamento urgente do governo federal sobre essas questões ideológicas, enfatizando que o ENEM é um exame de avaliação do conhecimento e que as questões apresentadas não atendem aos critérios científicos e acadêmicos adequados. Eles defendem a anulação das questões, alegando que as perguntas são mal formuladas e não têm base científica.

Essas entidades estão unidas em sua posição contra a politização e a desinformação no ENEM, buscando preservar a integridade e a imparcialidade do exame, que desempenha um papel crucial no acesso dos estudantes brasileiros ao ensino superior.

Já o Sindicato Rural de Ribeirão Preto exigiu esclarecimentos sobre a questão polêmica no ENEM 2023. O Sindicato enviou um ofício ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) solicitando esclarecimentos acerca da questão 89 da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) 2023. A questão em questão abordava temas relacionados ao agronegócio e despertou polêmica devido ao seu conteúdo.

A questão 89 do ENEM 2023 apresentava um enunciado que questionava a influência do agronegócio no Cerrado e fazia considerações críticas sobre a lógica do mercado, a propriedade privada e outros aspectos da atividade agrícola. O Sindicato Rural de Ribeirão Preto argumentou que a questão refletia uma visão negativa do agronegócio brasileiro e promovia estereótipos prejudiciais. A entidade destacou a importância do setor agropecuário, sua contribuição para a economia, a geração de empregos e a preservação ambiental, contrapondo a visão apresentada na questão do ENEM.

O Sindicato Rural de Ribeirão Preto enfatizou sua busca por respeito e veracidade nas informações sobre o agronegócio e solicitou ao INEP que se posicione, forneça esclarecimentos e, se possível, se retrate pelas alegadas imprecisões contidas na questão 89 do ENEM 2023. A polêmica em torno da questão realçou a importância do debate em torno do conteúdo do exame e seu papel na avaliação dos estudantes em todo o país.



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Agrolink
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