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19/02/2024 18h00min - Esporte
2 meses atrás

Natação feminina é o destaque do Brasil no Mundial com recordes, finais e medalha

Brasileiras chegam a sete finais, beliscam o pódio em duas oportunidades e sonham mais alto para Paris 2024

Foto reprodução: UOL ► 
Fonte: Fonte Grande FM



O ciclo de Paris 2024 tem sido marcado por bons desempenhos no feminino para o Brasil. Depois de não ter representantes na Missão Europa, em 2020 em meio à pandemia, a natação feminina sofreu uma reviravolta. As atletas se uniram e formaram o Comitê da Natação Feminina. Quatro anos depois, as mulheres foram protagonistas do time brasileiro no Mundial de Esportes Aquáticos em Doha, no Catar. As brasileiras foram a sete finais (uma inédita), quebraram três recordes sul-americanos e conquistaram dois quartos lugares. A única medalha do país na competição também saiu pelas braçadas de uma delas, Ana Marcela Cunha, bronze na prova de 5km e ainda garantiu a classificação para as Olimpíadas da França ao lado de Viviane Jungblut.

Destaque para Maria Fernanda Costa, ou Mafê Costa, como o próprios autofalantes do Mundial anunciavam. A brasileira não só melhorou suas marcas, como chegou perto do pódio em duas oportunidades, nos 400m livre e no revezamento 4x200m livre feminino, ambas em quarto lugar. Quebrou três recordes sul-americanos, obteve índices olímpicos e confirmou mais de 15 segundos de melhora com um ano e um mês com o treinador Fernando Possenti.

- Fico bastante feliz pelo que tenho feito aqui, objetivo sendo cumprido, foi uma jornada difícil e um processo bem difícil - contou Mafê.

Gabrielle Roncatto (5ª nos 400m livre), Aline Rodrigues e Stephanie Balduccini estiveram com Mafê no revezamento que beliscou o pódio. Outro destaque da campanha que esteve nesse revezemento e nos 4x100m livre, Balduccini fez sua melhor marca pessoal na prova individual dos 100m livre e celebrou as conquistas que vem tendo.

– É comemorar as coisas pequenas. Esses 53s estão me irritando, mas dá para sonhar. Achei uma boa prova. Estou bem feliz, e os resultados me dão muita confiança. Errei um pouco a chegada, mas faz parte. Isso me motiva a treinar mais e melhorar os detalhes que podem fazer diferença – disse Teté.

 Outra brasileira que chegou até a final foi Gabrielle Assis nos 200m peito. Como primeira reserva e convocada "no susto" para a disputa, confirmou sua constante evolução do último ano para cá. Ela conquistou o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Santiago 2023 nessa prova, por exemplo.



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Grande FM
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