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30/03/2026 12h02min - Saúde
2h atrás

MS fecha março com chikungunya sete vezes mais letal que o pior ano da série histórica


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Fonte: Fonte Grande FM



Mato Grosso do Sul enfrenta um cenário alarmante no combate às arboviroses. Dados do Ministério da Saúde revelam que o estado atingiu o 7º óbito por chikungunya antes mesmo do fim de março. O número é extremamente grave: a letalidade atual é sete vezes maior que a registrada no pior ano da série histórica para este mesmo período.

Para se ter uma ideia da gravidade, em 2025, o estado fechou o ano com 17 mortes, o que já representava o dobro de todos os óbitos da última década. No entanto, até o dia 2 de abril do ano passado, apenas uma morte havia sido confirmada, contra as sete registradas agora em 2026. Historicamente, entre 2015 e 2024, a doença vitimou apenas oito sul-mato-grossenses no total.

A chikungunya, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, apresenta sintomas devastadores. Um ponto crítico que diferencia a doença da dengue e da zika é a rapidez da evolução do quadro: o intervalo entre os primeiros sintomas e o óbito costuma ser de apenas três semanas. No Brasil, já são 15 mortes confirmadas este ano, o que significa que Mato Grosso do Sul concentra quase metade das vítimas fatais do país.

As autoridades reforçam o alerta, lembrando que após anos de baixa incidência, como o período entre 2019 e 2022, a doença voltou a apresentar uma "explosão" de casos que exige atenção redobrada da população e do poder público.



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