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13/07/2026 10h00min - Agronegócio
2h atrás

Mercado do milho fecha semana com baixa liquidez


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Fonte: Fonte Agrolink



O mercado brasileiro de milho encerrou a semana com pouca liquidez, negociações pontuais e compradores cautelosos diante do avanço da segunda safra e da expectativa de maior oferta. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros negociados na B3 fecharam em leve baixa na sexta-feira, pressionados pelo recuo do dólar, embora tenham acumulado valorização na semana.

O vencimento de julho de 2026 terminou a R$ 64,73, com queda diária de R$ 0,04 e alta semanal de R$ 0,33. Setembro fechou a R$ 67,35, enquanto novembro encerrou a R$ 70,76. Na semana, a Média Cepea avançou 0,72%, o dólar caiu 1,15%, a B3 ganhou 0,52% e Chicago subiu 3,90%, considerando setembro.

No Rio Grande do Sul, o mercado segue com baixa movimentação, com preços entre R$ 56 e R$ 64 por saca e média estadual de R$ 58,88. A demanda da pecuária, especialmente pelo uso de silagem nas propriedades leiteiras, ajuda a sustentar o consumo interno.

Em Santa Catarina, a diferença entre os R$ 65 por saca pedidos pelos vendedores e as ofertas próximas de R$ 60 limita os negócios. No Paraná, as indicações estão ao redor de R$ 60, enquanto a demanda gira em torno de R$ 55 CIF. A colheita alcançou 10% da área, mas o excesso de chuvas no Oeste e Sudoeste prejudica o ritmo dos trabalhos e a qualidade dos grãos.

Em Mato Grosso do Sul, as cotações variam entre R$ 48,67 e R$ 50,20 por saca. A crescente disponibilidade do cereal mantém compradores defensivos, embora o setor de bioenergia continue sustentando parte da demanda regional. As informações foram divulgadas neste início de semana.



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