2 meses atrás
Esporte em 2025 reforça presença de Mato Grosso do Sul no cenário nacional
No voleibol, o Ginásio Guanandizão foi palco de grandes jogos ao longo do ano. Pela Superliga, o Sada Cruzeiro superou o Suzano por 3 sets a 1, com atuação decisiva do medalhista olímpico Douglas Souza. Meses depois, o time mineiro voltou a Campo Grande e conquistou a Supercopa ao vencer o Itambé Minas por 3 a 0.
A capital também recebeu a final feminina da Supercopa. O Osasco São Cristóvão Saúde ficou com o título ao derrotar o Sesi Vôlei Bauru em sets diretos, com destaque para as estrangeiras Bianca Cugno e Caitie Baird, que comandaram a vitória.
No cenário estadual, o voleibol seguiu em crescimento. O Pantanal Vôlei, em parceria com o Campo Grande Vôlei, garantiu acesso à Superliga B masculina e atualmente disputa a competição sob o nome Sesc MS Vôlei. No vôlei de praia, Vic Lopes liderou o ranking mundial ao lado de Thâmela, enquanto Arthur Mariano conquistou o tricampeonato brasileiro no masculino.
O paradesporto também levou o nome do Estado ao topo do mundo. Yeltsin Jacques conquistou ouro e prata no Mundial da Índia, Fabrício Júnior Ferreira faturou bronze, e Fernando Rufino alcançou o tetracampeonato mundial na paracanoagem, reforçando o protagonismo sul-mato-grossense nas competições internacionais.
No futebol, os resultados dentro de campo foram modestos, apesar do título estadual do Operário sobre o Ivinhema. Em contrapartida, o ano foi marcado por avanços estruturais, como a criação de SAFs e a ampliação de vagas nacionais para 2026.
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