2 meses atrás
Dupla cidadania ganha força no mundo e vira estratégia de mobilidade e segurança
A possibilidade de ter dois passaportes tem atraído cada vez mais pessoas ao redor do mundo. A chamada dupla cidadania permite viajar com menos burocracia, trabalhar legalmente em outros países e até se reconectar com origens familiares. Um exemplo recente é o ator George Clooney, que encerrou 2025 conquistando a cidadania francesa para ele e sua família.
O interesse cresce porque, além de facilitar viagens e reduzir filas em aeroportos, a dupla cidadania abre portas para morar e trabalhar fora sem depender de visto ou patrocínio de empresas. Mesmo quem não pretende se mudar vê o segundo passaporte como uma vantagem em tempos de incertezas políticas e econômicas.
Levantamentos mostram que esse movimento está aumentando. No Reino Unido, o número de pessoas com mais de uma nacionalidade dobrou em dez anos. Nos Estados Unidos, pesquisas indicam que milhões de cidadãos gostariam de morar em outro país, o que tem impulsionado a busca por cidadania estrangeira.
Apesar da popularidade, alguns governos começaram a endurecer regras para concessão de novos passaportes. Ainda assim, especialistas afirmam que a dupla cidadania vem sendo encarada como uma espécie de “seguro de vida internacional”, oferecendo mais liberdade e opções em um mundo cada vez mais instável.
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