19min atrás
Depois do vinil, agora é a vez do CD brilhar novamente
Se o vinil foi o primeiro a ressurgir como símbolo nostálgico e colecionável, em 2026 é o CD que assume o protagonismo no mercado fonográfico. Dados da Luminate mostram que as vendas do formato cresceram 16% no primeiro semestre, somando 16,3 milhões de unidades resultado que supera com folga o desempenho do vinil, que avançou apenas 2,4% no mesmo período.
Assim como o vinil, que conquistou espaço pela nostalgia e pelo apelo estético, o CD agora ganha força por outros fatores: o impacto do K-pop, que transformou álbuns físicos em itens de colecionador, e o interesse da Geração Z em redescobrir músicas de décadas passadas. Mesmo sem contabilizar os números de grupos como BTS, o formato registrou alta de 6,7% em relação ao mesmo período de 2025.
Mais do que um suporte para ouvir música, o CD voltou a ser uma experiência completa: edições especiais, embalagens diferenciadas e brindes exclusivos reforçam o caráter colecionável. Nos Estados Unidos, o conjunto das mídias físicas CDs, vinis e até fitas cassete cresceu 7,8% no semestre, mostrando que, mesmo na era do streaming, os formatos tradicionais seguem encontrando espaço.
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