2 meses atrás
Código de barras começa a ser substituído por QR Code e marca nova fase do varejo global
O tradicional código de barras, presente no comércio há cerca de 50 anos, começa a sair de cena a partir de 2027, dando lugar ao QR Code. A mudança representa uma das maiores transformações tecnológicas do varejo mundial, impulsionada pela digitalização e pelo uso intensivo de dados.
Criado nos anos 1970, o código de barras revolucionou o funcionamento de supermercados e grandes redes ao permitir controle automático de preços, estoques e logística. Antes dele, o registro manual tornava o processo lento e sujeito a erros, o que limitava a eficiência do comércio.
Com a automatização, as lojas ampliaram a oferta de produtos e alteraram o comportamento de consumo, favorecendo compras por impulso e maior diversidade nas prateleiras. Mesmo sendo essencial para cadeias logísticas complexas, a tecnologia sempre operou de forma discreta e confiável.
Essa confiabilidade, com baixíssima taxa de falhas, manteve o código de barras ativo por décadas. No entanto, sua capacidade limitada de armazenamento de informações acabou se tornando um obstáculo diante das novas demandas do mercado.
A transição para o QR Code, coordenada pela GS1, traz mais possibilidades: o novo sistema pode reunir dados sobre origem, validade, composição e até preços dinâmicos, além de facilitar a rastreabilidade e a automação no ponto de venda.
Ao mesmo tempo, o varejo avança para modelos ainda mais tecnológicos, com monitoramento por inteligência artificial e lojas sem códigos visíveis. Assim, o código de barras se consolida como um marco histórico, enquanto o setor entra de vez na era do comércio orientado por dados.
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