2h atrás
Cartilha esclarece regras para drones no campo
Agrolink
Uma publicação busca ampliar o debate público sobre Drones de pulverização, reunindo dados e regras para rebater críticas baseadas em mitos. O material destaca que a tecnologia pode elevar a precisão das aplicações e ampliar o acesso de pequenos e médios produtores à agricultura de precisão.
A cartilha Drones de Pulverização – segurança, produtividade e inclusão foi apresentada na terça-feira (14), em Brasília, durante reunião de entidades ligadas ao Instituto Pensar Agropecuária. O documento foi elaborado por Sindag, Aprosoja Brasil, Aenda, CropLife Brasil e Sindiveg.
Entre os pontos abordados está a ideia de que os drones operam sem controle ou provocam, por si só, deriva e contaminação de áreas vizinhas. A publicação explica que esse risco existe em qualquer modalidade de pulverização quando não são respeitados fatores como vento, temperatura, umidade e tamanho das gotas. Dentro dos padrões técnicos, o equipamento permite aplicações direcionadas em pontos específicos.
O texto também informa que a atividade está sujeita a regras de órgãos como Mapa, Anac, Decea, Ibama e Anatel. São exigidos registro, habilitação do piloto remoto, receituário agronômico, equipamentos homologados e envio de relatórios. Irregularidades podem gerar multas, suspensão, embargo, apreensão e responsabilização administrativa, civil e penal.
Segundo dados apresentados pelo Sindag, o Brasil encerrou 2025 com 10.357 drones agrícolas registrados na Anac, enquanto informações de importação indicam a entrada acumulada de mais de 30 mil equipamentos. As entidades defendem integração das bases públicas, capacitação, fiscalização e regularização, sem que casos isolados sejam usados para condenar a tecnologia.
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