01/04/2019 17h39 - Atualizado em 01/04/2019 17h39

Rodovias federais ajudam a melhorar nota de MS no quesito transporte

Malha sob jurisdição da União, mais extensa, obteve melhores avaliações em levantamento anual da CNT e contrabalançou resultados das vias estaduais analisadas

Por: Redação/CG News
 
 
Trecho da BR-262 na região de Miranda; rodovia está entre as melhor avaliadas do Estado. (Foto: CNT/Reprodução) Trecho da BR-262 na região de Miranda; rodovia está entre as melhor avaliadas do Estado. (Foto: CNT/Reprodução)

Mais da metade das rodovias que cortam Mato Grosso do Sul apresentam condições de conservação entre "ótimo" e "bom" no seu estado geral ou em quesitos como conservação do pavimento e sinalização, com as melhores notas atribuídas às estradas federais –puxando o conceito geral do Estado. É o que aponta a Pesquisa CNT de Rodovias 2018, divulgada nesta segunda-feira (1º) e que analisou 4,4 mil quilômetros lineares da pista –mais da metade dos 8,4 mil existentes.

Das 24 rodovias que tiveram trechos analisados, 11 são federais, 10 são estaduais e três são transitórias (rodovias estaduais com superposição de uma federal, mas que estão sob a jurisdição do primeiro ente federativo). Primeiro item notado por praticamente todo o condutor, o pavimento nas estradas sul-mato-grossense foi avaliado como "ótimo" em 51,2% dos trechos analisados (2.257 km) e "bom" em 4,1% (182 km). O conceito "regular" foi atribuído a 38,8% (1.711), enquanto 4,3% (190 km) foram considerados ruins e 1,6% (70 km) foi visto como péssimo.

Os números do pavimento colocam o Estado em situação melhor que a média do Centro-Oeste, onde 38,6% do pavimento foi avaliado como "ótimo" e 4,5% como "bom".

Dentro dos 4,410 km avaliados, 1.224 (27,8%) tiveram a superfície considerada "perfeita" e 2.676 (60,6%) foi visto como "desgastado". Em 10% (440 km) houve trincas e remendos na malha, e em 70 km (1,6%) afundamentos, ondulações e buracos. Em 74% do total também foi identificada pintura da faixa central visível, percentual que chega a 75,2% quanto a faixas laterais.

A sinalização vertical também teve boas notas no estudo da CNT. Placas de limite de velocidade foram encontradas em 87,9% dos trechos vistoriados, e as de indicação (distâncias, acessos e pontos de interesse) em 94,6%. Quanto a visibilidade, 89% não tinham mato cobrindo placas (mas em 6,2% dos casos, em trechos que perfizeram 273 km, o matagal as tapavam completamente).

A malha federal é aquela com as melhores qualificações, sendo a BR-359, que conecta municípios do norte do Estado (como Alcinópolis e Chapadão do Sul) a Goiás. Ela se destaca porque o pavimento, durante a análise, foi considerado "ótimo", enquanto o estado geral e a sinalização foram qualificados como "bons". Já a geometria da via –que abrange elementos como o tipo de pista (simples ou dupla), existência de faixa adicional de subida, pontes viadutos, curvas perigosas e acostamentos– foi qualificada como regular.


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