29/10/2018 07h31 - Atualizado em 29/10/2018 07h31

Quadrilha explode empresa de valores e troca tiros com a PM em Ribeirão Preto

Ataque aconteceu na madrugada desta segunda-feira (29) contra a Brinks, na região do bairro Lagoinha. Pelo menos um assaltante morreu baleado.

Por: Redação/G1
 
 
Ataque aconteceu na madrugada desta segunda-feira (29) contra a Brinks, na região do bairro Lagoinha. Pelo menos um assaltante morreu baleado. Ataque aconteceu na madrugada desta segunda-feira (29) contra a Brinks, na região do bairro Lagoinha. Pelo menos um assaltante morreu baleado.

Uma empresa de transporte de valores foi alvo de uma quadrilha fortemente armada na madrugada desta segunda-feira (29) no bairro Lagoinha, Zona Leste de Ribeirão Preto (SP). O tiroteio entre assaltantes e policiais militares durou cerca de duas horas.

Um suspeito de participar do ataque morreu baleado e a Polícia Militar realiza um cerco na região em busca do grupo. Três foram presos, sendo um deles ferido, encontrado em Serra Azul (SP). De acordo com a PM, o dinheiro não foi levado. Nenhum policial se feriu na ação.

As primeiras explosões na Brinks foram registradas por volta de 3h. A quadrilha rendeu o frentista de um posto de combustível vizinho da empresa de transporte de valores, que foi mantido refém durante toda a ação. Em seguida, os ladrões iniciaram as detonações.

Relatos de moradores dão conta que foram cerca de nove explosões. A PM informou que o grupo explodiu o muro entre o posto de combustível e a Brinks. Em seguida, os carros-fortes estacionados no pátio também foram detonados. O muro da empresa também ficou destruído.

Os barulhos das explosões foram ouvidos em diferentes regiões da cidade, como Vila Tibério, Vila Seixas, Centro, Jardim Paulista e Jardim Nova Aliança. Uma intensa troca de tiros aconteceu entre a PM e os ladrões, que estavam espalhados pelas ruas do bairro Lagoinha.

"A polícia conseguiu fazer o cerco, esses bandidos tiveram que abortar, não conseguiram concluir. Algumas explosões aconteceram, mas não conseguiram levar dinheiro nenhum", disse o major da PM Fábio Ernesto Tasso. "Os policiais, com técnica e com tática, conseguiram cercá-los", completou.

Os PMs tiveram dificuldade em avançar com o cerco pelas ruas nas imediações, uma vez que a quadrilha armada com fuzis se dividiu em pequenos grupos para impedir a aproximação. Apesar da chegada da PM ao local, os criminosos ainda fizeram mais quatro explosões.

Moradores informaram que carros e caminhões foram incendiados na Rua Niterói, na marginal da Avenida Castelo Branco e no cruzamento desta com a Avenida Presidente Kennedy, para impedir a chegada da polícia. Os trechos seguem interditados e há congestionamento nos locais.

Ao menos 11 linhas de ônibus urbano deixaram de circular no início da manhã, em função do ataque à empresa de valores. Por volta de 7h, as linhas operavam com desvios pontuais, segundo informou a Transerp, empresa que gerencia o trânsito e o transporte público.

"A situação mais crítica ocorre nas linhas 730 - Parque Portinari e 703 - Parque dos Servidores, por circularem na área com maior bloqueio na região das avenidas Presidente Castelo Branco e Presidente Kennedy", diz o comunicado enviado.


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