19/06/2017 07h25 - Atualizado em 19/06/2017 07h25

Já 'não precisamos' das armas, diz líder das Farc na Colômbia

Em entrevista à AFP, Jaime Parra, ou Mauricio Jaramillo, disse que deposição das armas é decisão política e que as Farc deverão ir contra a corrupção nas eleições colombianas de 2018.

Por: Redação/G1
 
 
Em entrevista à AFP, Jaime Parra, ou Mauricio Jaramillo, disse que deposição das armas é decisão política e que as Farc deverão ir contra a corrupção nas eleições colombianas de 2018. Em entrevista à AFP, Jaime Parra, ou Mauricio Jaramillo, disse que deposição das armas é decisão política e que as Farc deverão ir contra a corrupção nas eleições colombianas de 2018.

Há quase 40 anos na guerrilha Farc e como um de seus dirigentes máximos, Mauricio Jaramillo está convencido da paz na Colômbia e de que as armas já não são necessárias e tampouco "um fetiche" para os rebeldes.

Seu nome de batismo é Jaime Parra, mas na guerra o mudou em homenagem a um professor que teve nas Juventudes Comunistas. Por sua profissão também lhe chamam de "El médico" e é membro do Secretariado das Farc responsável pelos guerrilheiros presos e por sua libertação durante os acordos de paz.

Participou no início dos diálogos em Cuba, que fizeram com que saíssem "mais fios brancos" em sua cabeça do que já tem. Após quatro anos de negociações, assinaram a paz em novembro de 2016 com o governo de Juan Manuel Santos para acabar com mais de meio século de conflito.

Aos 62 anos, está na localidade de Colinas, departamento de Guaviare, à frente de uma das 26 zonas onde estão concentrados cerca de 7 mil guerrilheiros para cumprir o processo de deposição das armas -- supervisionado pela ONU e que deve terminar na próxima semana -- e voltar para a vida civil.

"As armas em si mesmas são um ferro [...] agora tomamos uma decisão de caráter político e não precisamos delas", disse em entrevista à AFP este comandante das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

Em Colina, um dos maiores e mais complicados pontos de concentração do país, em parte pela presença de dissidentes das Farc, insiste que a anista aos guerrilheiros está atrasada e disse que a cúpula das Farc vai "aceitar" e "assumir" as sentenças da justiça de transição.


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